Colorações e tonalizantes – fotos dos meus ruivos

Cabelos ruivos, como não amar? Colorir os fios nessas nuances é algo que pode viciar (bastante!). No ano de 2015 teve muitas mudanças nos meus ruivos, de tons acobreados para os mais avermelhados. Comecei com o cobre, o famoso “laranjinha”, para depois ir acrescentando vermelhos até chegar no ruivo Ariel (também conhecido como Cerejinha). Também colori com Borgonha, mas infelizmente não tenho muitas fotos daquele período.

Abaixo estão fotos de todos os meus ruivos que foram tiradas com o celular, então já vou logo me desculpando pelas poses e bicos, mas sabem como é, né? Difícil fingir ser normal em selfie, rs.

tons-de-ruivo-biayzawa
Foto 1: O primeiro ruivo de todos, super laranjinha. Foto na luz natural, sem flash. Tinta: Majirel 7.4 – Se quiser ler mais sobre a coloração, leia o post de como deixei meu cabelo ruivo acobreado.

Foto 2: Ruivo acobreado com flash, mesma tinta (Majirel 7.4). Mais fotos dessa época aqui e aqui.

Foto 3: Corte da franja – Mais fotos com franja e cabelo longo nos dias do petit pois e com estampa floral.

Fotos 4 e 5: Corte repicado e mudança da coloração: mistura de Majirel 7.4 com 6.45 da mesma marca. Mais fotos do corte e coloração em cabelo ruivo novo.

Fotos 6 e 7: Tonalizante Borgonha, Casting, L’Óreal. Infelizmente minhas fotos dessa época foram perdidas =(

Fotos 8 e 9: Cor após desbotar o Borgonha. Eu adorei!

Foto 10: Super vermelho com o tonalizante Maçã do Amor, Casting, L’Oreal. Para quem quer um vermelhinho cereja, meio Ariel, essa é uma boa opção porque demorou muito tempo para sair o vermelho do cabelo, nem parecia tonalizante. O meu #tbt foi depois de algumas lavagens desse tonalizante.

Foto 11: Com tonalizante Maçã do Amor já desbotado (acredito que foi depois de umas 20 lavagens).

 

Acredito que de todos os tons, o que mais amei foi o primeiro: o ruivo laranjinha 🙂

Qual vocês gostaram mais?
CAPA-acabou-luz-biayzawa

Acabou a luz!

Numa manhã de sábado, acabou a luz. E não foi falha na rede elétrica: fomos avisados que naquele dia teria um desligamento programado para reparos na fiação. O aviso, recebido em cada domicílio da região afetada, dizia que a energia seria cortada das nove às quatorze e trinta.

Em casa, nosso dia começou quase como rotineiro – apenas me esqueci de que não poderia usar o liquidificador no meu café da manhã. Mas até aí, tudo tranquilo.

Como de costume, fizemos compras no mercado. Chegando em casa, a geladeira escura nos lembrava da falta de luz. Mas OK, faltava pouco para voltar a energia.

Na hora de almoçar, outro lembrete: “Não vai dar para esquentar a comida no micro-ondas… Mas tudo bem, temos o fogão. Vai ser requentado na panela.” E acredito que foi a partir daí que começou o meu dia, não como qualquer outro sábado, mas como aquele em que tudo começou a ser visto por outra perspectiva.

No começo fiquei ansiosa por não conseguir enxergar direito o fundo da panela, querendo espiar se a comida poderia queimar ou não. Mas logo depois, fiquei muito surpresa com o resultado: tinha planejado almoçar salmão com salada, mas acabei acrescentando os legumes na panela, junto com o peixe, e não é que ficou bom? Aliás, melhor do que bom, ficou bonito para os olhos e bem apetitoso. Primeiro lembrete do dia: Mude o jeito de preparar a comida – pode ser com os mesmos ingredientes de sempre, mas de outra forma.

Almoçamos. Lavamos a louça. E agora? O que fazer?

Normalmente teria ligado o computador para continuar com minhas tarefas diárias, mas naquela situação seria impossível. Foi então que me lembrei das coisas que tinha que fazer “há séculos”: lavar algumas peças de roupa a mão – aquelas que são “proibidas” de entrar na máquina e que ficam esquecidas na correria do dia a dia. Coloquei a mão na massa. E foi ótimo, um verdadeiro alívio. A partir daí, fui fazendo outras pequenas tarefas que nem exigiam tanto, mas que também deixava para “outra hora”.

No meio da tarde, o lembrete da falta de energia começou a surgir através dos ouvidos: “Ainda não voltou a luz!”. O desespero de todos começava. E eu, ainda cheia de energia, estava feliz e satisfeita por ter feito tudo aquilo que estava engavetado – e talvez só tivesse realizado pela ausência de eletricidade. Segundo lembrete do dia: Nem sempre é melhor começar o dia pelas tarefas mais importantes.

Depois de ter organizado tudo o que queria, ainda tinha luz do sol e resolvi ler um livro. Deitei na minha cama às 17h (e sim, a equipe de reparos ainda estava trabalhando) e li até não ter mais luz (solar) disponível, maravilhada com o que enxergava: uma linda mudança de cores que o pôr do sol proporcionava. Foi ótimo. Terceiro lembrete do dia: Ler o livro de cabeceira num momento aleatório pode ser muito mais gostoso.

Impressionada com o quanto que as coisas comuns estavam diferentes naquele dia, fiquei desejando que a energia demorasse ainda mais para voltar. E então resolvi tomar um bom banho, totalmente no escuro mesmo – se é para experimentar o diferente, para quê velas?

No banho, notei que minha audição era melhor do que imaginava: escutava avião passando, motos que pareciam distantes (fiquei até tentando descobrir em qual avenida estariam), bem como também pude escutar meus vizinhos, já na rua, reclamando com o pessoal da companhia elétrica. E eu ria, sozinha, num cômodo escuro por opção (afinal de contas, podia ter acendido uma vela ou ter usado a lanterna do celular). E olha, foi o banho mais relaxante da semana!

Mas logo após o banho, gritos: “Aê, finalmente voltou!”. E eu terminei de me arrumar com a luz apagada para continuar com minha experiência no escuro.

Lembrete final do post: Num momento em que as pessoas estão tão viciadas e acostumadas com as facilidades tecnológicas, pode parecer que um dia qualquer da semana é somente “mais um dia”. Uma nova perspectiva do comum pode transformar o ordinário em diferente, além de trazer mais cores e sabores para o seu dia.

Veja as coisas por outro ponto de vista.

 

acabou-a-luz-biayzawa-01 acabou-a-luz-biayzawa-04 acabou-a-luz-biayzawa-02 acabou-a-luz-biayzawa-03

 

Observação: Enquanto eu me distraía (re)descobrindo meus sentidos, Neto se divertia tirando fotos da lua e dos objetos vistos à luz de velas =] Todas as fotografias da postagem são dele <3

 

ótima semana para todos 🙂

 

 

Inspiração para Abril

Primeira semana de Abril começando, que tal voltar com as imagens inspiradoras que o blog tinha lá no princípio? Essas são as fotos que mais me chamaram a atenção nos últimos dias, olhem só:

inspiração-biayzawa-cabelo-preto-minimalismo-unhas

 

  1. Babei nesse home office todo branco, detalhe que mais gostei: os nichos nas laterais do armário.
  2. Bem que eu queria conseguir fazer essas unhas minimalistas.
  3. Estou perdidamente apaixonada por esse cabelo preto. E a vontade de colorir de preto azulado aumenta (ai!).
  4. Frase motivacional: “One day at a time“, para a gente lembrar de fazer cada coisa no seu tempo.
  5. Maquiagem e foto maravilhosas, para inspiração mesmo.
  6. Detalhe do desfile de Christian Dior Spring 2016: delicadeza.

Todas as imagens estão no meu Pinterest.

 

Boa semana 🙂

look-do-dia-cabelo-ruivo-biayzawa-capa

#TBT: look do dia

look-do-dia-cabelo-ruivo-biayzawa-01

Antes de tudo, esse é um #tbt dos meus últimos dias com o cabelo ruivo. Pois sim, enjoei da cor e não estou mais com esse cabelo super vermelho. Saí do ruivo acobreado para o avermelhado, depois passei a cor borgonha e, por fim, me aventurei com um super vermelho. Agora me despeço, oficialmente, do cabelo ruivo. Por enquanto ainda estou na batalha para tirar o tom cobre dos fios, mas espero que até Julho eu consiga voltar aos poucos para a cor natural (e sem danificar os fios, por isso o longo prazo).

look-do-dia-cabelo-ruivo-biayzawa-02b look-do-dia-cabelo-ruivo-biayzawa-02c look-do-dia-cabelo-ruivo-biayzawa-03

 

#tbt significa “throwback thrusday“. Throwback quer dizer “voltar ao passado”. Ou seja, essa hashtag surgiu como forma divertida de postar fotos antigas nas redes sociais.

 

Beijos e boa semana!

 

brasilia-turismo-viagem-biayzawa-capa

Viagem: Brasília

Brasília é uma peculiaridade. Para uma pessoa que ama arquitetura e urbanismo, a primeira impressão foi de grande contemplação ao trafegar pelas ruas até chegar ao nosso hotel. Já a segunda impressão foi de um lugar muito vazio, quase um deserto: parece que faltam pessoas nas ruas (senti falta até de carros – olha o absurdo!). Preciso dizer que sou paulistana? Ah, sim, usei o metrô (também vazio), andei a pé e usei táxi também – porque, olha, o lugar é quente, viu? E para nossa sorte, o amigo do meu namorado mora lá e nos ajudou bastante.

Brasilia-turismo-viagem-biayzawa-00 Brasilia-turismo-viagem-biayzawa-10

Ainda tenho muitas fotos para mostrar, mas vou começar com essas, mais turísticas. Brasília estava na minha lista há tempos e não foi caro viajar para lá (São Paulo – Brasília é um trecho bem curto, acredito que foi mais ou menos 1h30 de avião). Mais um detalhe importante: a viagem aconteceu em setembro, mês bem seco por lá. Essas duas primeiras fotos são da Biblioteca Nacional. Abaixo, o Museu Nacional.

Brasilia-turismo-viagem-biayzawa-02 Brasilia-turismo-viagem-biayzawa-03

As fotos foram tiradas num passeio que fizemos a pé. Antes de viajar, fiz uma pesquisa pelo “street view” e já tinha achado que o lugar não era tão convidativo para o pedestre, mas sim, é possível conhecer o eixo monumental apenas andando. Mas o que fez cansar mesmo não foi a caminhada, foi o calor e o clima mais seco. Na época ainda estava me recuperando de uma gripe, então tivemos que fazer algumas pausas para tomar um ar. E olha, muito difícil achar uma sombra no eixo monumental também, viu? Pedestre sofre um pouco.

Brasilia-turismo-viagem-biayzawa-04 Brasilia-turismo-viagem-biayzawa-05 Brasilia-turismo-viagem-biayzawa-06

As fotos acima são da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida. Muito diferente de tudo que estamos acostumados, não? Preciso dizer que o projeto é do arquiteto Oscar Niemeyer? Sobre o Museu Nacional, a única decepção é que uma das rampas não estava aberta ao público (quarta fotografia).

Brasilia-turismo-viagem-biayzawa-07

Acima, como já devem saber, estão as casas do Congresso Nacional: o Senado Federal e a Câmara dos Deputados. Na imagem abaixo, fotografia da vista do eixo monumental através da Torre de TV. À esquerda fica a Asa Norte; à direita, a Sul. Os hotéis ficam bem ao lado do eixo, principalmente nos primeiros blocos da Asa Norte – o que facilita bastante a vida dos turistas, já que os principais pontos estão no eixo. Em seguida, parte do Ministério da Justiça.

Brasilia-turismo-viagem-biayzawa-01 Brasilia-turismo-viagem-biayzawa-08 Brasilia-turismo-viagem-biayzawa-09

Termino a primeira parte sobre Brasília com essa foto da Lua (linda, não?). Ficamos pouco tempo por lá, mas vou dividir por partes para as postagens não ficarem grandes.

Quinta-feira tem mais!