Month: julho 2012

eu usaria: calça branca

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Image source: (via) | design gráfico: bia yzawa

Como usar calça branca? Como ordenar calça branca com sapatos? Bem, nunca estive com tanta vontade de usar calça branca como nos últimos dias. E para não ficar com cara de enfermeira que acabou de sair do hospital, montei aqui alguns visuais bem legais para ajudar a gente se inspirar a usar o branco na calça.

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Imagens: (via) | (via) | (via)

Nesse frio que anda fazendo no Sudeste/Sul do Brasil, nada melhor que usar a calça branca com uma bota. Adoro o primeiro look! A junção de azul com branco e preto fica super lindo, não? O segundo visual poderia ser bem simples se não fosse a bota e o chapéu, olha só como deixou tudo tão fashion! E esse terceiro look com bota caubói (português de cowboy) é bem ousado e muito bonito.

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Imagens:  SABRINA | (via) | WENDY

O escarpim é um bom aliado para alongar as pernas. Adoro o primeiro look todo com cores neutras. O segundo mostra que prata combina bem com o branco. O terceiro look, da Wendy, é ótimo para quem é baixinha: camiseta com fundo branco e o sapato nude contribuem para alongar o corpo.

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Imagens: (via) | KARLA | AIMEE

E para quem não está congelando nesse mês de Julho, olha só as opções com sandálias! Sou apaixonada por essa do meio, cheia de tirinhas. O primeiro look é básico e lindo! E o terceiro, mais uma vez, o uso do metálico com o branco, combina bastante.

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Imagens: ALEX | NENA  | DVA LAU 

Usar calça branca com tênis para exalar conforto. Gosto bastante da opção com tênis branco e usaria provavelmente com meu bom e velho Converse.

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Imagens: ANNABELLE | NENAMIZUHO

Alpargatas, oxfords, mules etc. O visual com mule preta foi um dos meus favoritos. O legal, se for usar com mules, é dobrar um pouco a barra da calça para não atrapalhar na hora de andar, já que a mule é aberta atrás.

Gostaram dessa inspiração de Segunda-feira? :)

Beijos!

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Respostas: os títulos dos filmes favoritos

Lembram desse post com somente imagens dos meus filmes favoritos? Aqui vão os títulos seguidos da minha opinião pessoal sobre cada um, tentando contar um pouco mais sobre o filme, mas sem entregar a história toda. Resolvi dividir o post em algumas partes porque é muito filme para um post só (no total tem 70!).

Começando com 10 filmes – que não estão, necessariamente, em ordem de favoritismo. Clicando no título tem mais informações retiradas do adorocinema.com. A partir de hoje, todo Domingo terá postagem da resposta com os títulos e breve comentário até completar os 70 filmes favoritos.





1. Entrevista com o Vampiro (Interview with the Vampire)

Direção: Neil Jordan.

O melhor filme sobre vampiros! Baseado em Anne Rice e seu vampiro Lestat, a melhor criação desse ‘monstro': vampiro mau, sarcástico e muito sedutor. Sei as falas do Lestat de cor e salteado!



2. Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands)

Direção: Tim Burton

Edward é uma espécie de Frankstein com tesouras no lugar das mãos. Uma criatura amável, mas que acaba causando alvoroço na pequena cidade em que vive. É provavelmente o personagem mais fofo que Johnny Depp fez (adoro o Johnny. E quem não gosta?).



3. A Bela Adormecida (Sleeping Beauty)

Disney.

História do conto de fadas feita com perfeição, desenhos feitos a mão, quadro por quadro. Aurora é inspiração de delicadeza, as três fadas são engraçadinhas e a maravilhosa Maléfica, minha vilã favorita, com sua cor azul-esverdeada e queixo longo. Sei todas as falas de cor!



4. Dersu Uzala 

Direção: Akira Kurosawa

Bela história de um homem idoso que vive em plena harmonia com a natureza. Quem já conhece Kurosawa sabe que seus filmes são lentos, mas são deliciosos de se ver, ainda mais esse que aspira experiência e sabedoria. Dá vontade de abandonar a cidade.



5. O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain)

Direção: Jean-Pierre Jeunet

Amélie é uma garota sonhadora, tímida e romântica. Esse filme é para quem admira os detalhes simples do dia a dia e vê beleza em situações que poderiam ser consideradas banais. E quem é sonhadora vai se identificar fácil fácil com Amélie (sou uma delas, rs!).



6. Anjos Rebeldes (The Prophecy), 1995

Direção: Gregory Widen

Para quem gosta de filmes de vampiros. Sim! Porque Cristopher Walken é um vampiro nato e vale a pena ver o filme focado no seu personagem de anjo Gabriel (que se  rebelou contra Deus e virou o que chamamos de Diabo). Sou apaixonada pelo Walken!



7. Cães de Aluguel (Reservoir Dogs)

Direção: Quentin Tarantino

Primeiro e, ouso dizer, o melhor filme de Tarantino!  Basicamente trabalhou apenas com um cenário no filme todo (primeiro filme, orçamento curto) e nem percebemos com tanta emoção e ansiedade para saber o que vai acontecer. Tudo é surpreendente!



8. Psicopata Americano (American Psycho)

Direção: Mary Harron

Cristian Bale no papel de um homem metrossexual que acaba revelando ser um serial killer. A história é muito boa, um dos melhores filmes de serial killers e Cristian Bale é simplesmente sensacional (um dos meus atores favoritos. Também imagino que ele faria um ótimo vampiro).



9. A Viagem de Chihiro 

Direção: Hayao Miyazaki

Não precisa gostar de anime japonês para ver esse filme. E também não é (só) para criança (se eu fosse uma, ficaria com medo). Miyazaki é um mestre e vale a pena conferir os detalhes da beleza de sua criação. A história é fofa, mas ao mesmo tempo, um pouco macabra. Uma história que quando você menos percebe já está totalmente mergulhado num outro universo.



10. Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany’s)

Direção: Blake Edwards.

Vou logo avisando que é filme para quem ama o mundo da moda. Já vi gente falando que é filme para mulherzinha, mas não é toda mulher que vai entender a personagem. Holly não tem muita grana, seu apartamento quase não tem móveis, mas ela ama entrar na Tiffany (loja de jóias). É lá que ela se desconecta dos seus problemas e mergulha num mundo de beleza. Audrey sempre musa, vale a pena conferir sua eterna elegância.



Só com esses filmes já deu para perceber que sou apaixonada por vampiros, não? rs!
Bom Domingo para todos!


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Smallville


Calça: Renner | Blusa azul: Renner | Casaco: H&M

Trousers and blue blouse: Renner | Coat: H&M


Lembram desse post aqui? Junto com aquela blusa preta, comprei uma versão em azul  também! Essa blusa é tão gostosa e quentinha que, além de me sentir um ursinho de pelúcia, ando usando muito nesses dias frios, inclusive para ficar em casa mesmo. 

Essa combinação me lembrou muito Smallville, mas gosto bastante da junção do vermelho com azul royal. Para fazer jus com o dia frio e com muita chuva, estreei minha calça de couro vegetal da Renner (BlueSteel) e a botinha mais que gasta adquirida em Londres (não me lembro do nome da loja mesmo, por isso tem vezes que nem a coloco na lista).


Do you remember this post ? I also have a blue version of this blouse that seems to be a teddy bear. And I love it! It’s so comfy that  I’ve been wearing them a lot, even at home. These boots I’ve already used a lot, but I really don’t remember the name of the store, I just know I bought them in London, so that’s why sometimes they don’t appear in the list. And this blue and red combination remind me Smallville, but I really like these colors together. It’s good to add colors into these cold and rainy days. 


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Consciência alimentar




Sei que não tenho problemas com excesso de peso. Excesso não, mas como a maioria das mulheres, tenho acúmulo de gordura em algumas regiões. Mas a minha maior preocupação não é com o peso, mas com a qualidade das minhas refeições.

Já fiz muitas dietas e, na última, somente ingeria alimentos 100% saudáveis. Só comia carboidratos integrais (e legumes fontes de carboidratos), o arroz (integral) não ia nada de óleo e nem um grão de sal, a proteína era filé de frango grelhado sem sal também, além das verduras, frutas e legumes. Ou seja, era uma alimentação muito restrita e o maior prazer era na consciência de estar numa “vida saudável”.





Deixei a alimentação saudável de lado quando fui viajar, mas isso eu já sabia que ia acontecer porque acho um absurdo conhecer novas culturas e deixar de experimentar as diversas cozinhas e suas guloseimas – sou do tipo que adora comer e não tenho preconceito com nada, comeria até escorpião frito da China, rs! Nessa brincadeira, voltei a comer carboidratos brancos, frituras, gorduras e doces, muitos doces.

Voltei para casa e me pergunta se eu tenho vontade de voltar a comer somente alimentos com 0% de gordura? Difícil, viu? Ainda mais porque moro com os pais e eles detestam alimentos integrais ou diets. Minha mãe faz comidas maravilhosas e adora fazer doces, acaba sendo comum ter em casa pelo menos duas sobremesas todos os dias (no momento tem mousse de maracujá, bolo de fubá e pudim de coco). O namorado adora comer e também gosta de se aventurar na cozinha, ultimamente tem preparado patês deliciosos, mas com maionese. Sou uma Magali e não posso ver Friends sem ficar com vontade de comer cookies com café; ou Gilmore Girls sem comer hambúrguer com anel de cebola ou qualquer filme com comida já fico com desejo por alguma coisa.





Agora o que me ajuda muito a não me tornar um caso mais difícil ainda é que gosto de salada, legumes, tomo muita água e evito refrigerante. Também faço academia e isso ajuda a manter o peso, mas não significa que posso comer de tudo, pois como disse antes, me preocupo com a qualidade dos alimentos.

E ultimamente ando me questionando se vale mesmo a pena ter uma alimentação 100% regrada. Porque o sentido da gustação é um dos maiores prazeres da vida, como deixar isso de lado em busca de uma saúde perfeita sendo que ser saudável inclui o prazer de experimentar diferentes sabores e cozinhas?

Não penso que hoje estou certa por comer o que bem desejo todo dia, mas também não acredito que é saudável viver do jeito que me alimentava antes, excluindo tudo que não era integral e sem gordura. Naquela fase deixei até de comer sushi porque não era 100% saudável. Ficava com “agonia” porque o arroz era branco e porque sei que no seu preparo vai açúcar. Deixar de comer tudo aquilo que mais amava não foi fácil e, contraditoriamente, tornou a vida menos saudável porque excluí a felicidade dos sabores e ficava preocupada demais com o que consumia.





Como já passei pelos dois lados da moeda, sei que é muito mais fácil ficar nos extremos: o extremo da dieta ou o extremo do “carpe diem”

O extremo da dieta pode ser muito difícil no começo, mas depois de um tempo, pode deixar de ser uma atitude saudável para ser um ato psicológico e acaba mexendo muito com a nossa cabeça, vivendo uma paranoia e passando a olhar os alimentos não mais como fonte de nutrição ou prazer (por que não?), mas passando a analisa-los como algo que pode fazer mal. O problema não é o açúcar, mas o excesso. O problema não é a gordura, mas a quantidade dela. Ou seja, é muito mais perigoso a pessoa excluir doces da sua dieta e, 3 meses depois, ingerir quase que um bolo inteiro de chocolate de uma só vez do que alguém que come uma fatia a cada final de semana. Então, o extremo de uma alimentação regrada pode ser tão árduo (mesmo que no momento da dieta a pessoa não perceba) que quando a pessoa sai da dieta, ela pode ter esses surtos e excessos, ficando mal psicologicamente também, como pode fazer com que ela saia de vez da dieta e não ter mais vontade de começar de novo.

O que estou em busca é de um equilíbrio entre o super saudável e a vivência de sabores: viver sem excluir um quindim caseiro ou um croissant parisiense, mas que no dia a dia tenha a consciência da escolha por alimentos naturais e menos agressivos para o corpo. É possível? É. Mas sei que tem que ter muita paciência e saber a dosagem certa para não cair nos extremos. Sei que preciso muito desse equilíbrio para aderir a uma vida plenamente saudável com os seus prazeres.


OBS: Lembrando que não sou nutricionista e nem médica. Cada pessoa possui um histórico e metabolismos diferentes e o ideal é sempre procurar ajuda profissional antes de começar uma dieta. Compartilho a minha experiência de fases entre dietas restritivas (que erroneamente fiz sozinha) e fases mais despreocupadas com os alimentos, com a percepção não apenas pessoal, mas também das nutricionistas e médicos com que passei, de que o equilíbrio é sempre a palavra chave. Não é fácil atingir o equilíbrio, mas podemos chegar lá!


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Filmes favoritos!

As últimas semanas de Junho foram muito estressantes para mim. Final de semestre na faculdade já é complicado, ainda mais quando o curso é na área das Artes, pois temos muitos trabalhos para entregar, muitos trabalhos que exigem tempo e dedicação. E acaba sendo normal ficar horas e horas para terminar, varando a noite se for preciso. Mas finalmente minha última entrega foi nessa sexta-feira, dia 06! Então já comecei a comemorar as férias na noite de sexta, com direito a comidinha japa (que adoooro) e filme!

E por falar em filme, não posso dizer que sou cinéfila, pois sou do tipo que por mais que estude muito um assunto, nunca vou me considerar uma expert porque penso que todo mundo está em constante aprendizado. Mas digamos que ver filmes é um dos meus passatempos favoritos. Só que também não pode ser qualquer filme e sou bem chatinha com isso.

Vou aproveitar que hoje é feriado aqui no Estado de São Paulo para deixar essa imagem que fiz com montagens de pequenos trechos dos filmes que mais amo! E será que alguém é tão viciado em filme que consegue adivinhar TODOS?

Aqui tem filmes que gostava na infância também, então está bem misturado. Mas ainda tem muitos filmes que quero acrescentar aí, principalmente porque nos últimos meses fiquei viciada nos filmes do Woody Allen. E como ele faz basicamente 1 filme por ano (rs!), tinha MUITO filme para ver. Também andei vendo muitos filmes de serial killers, já que estou em abstinência de Dexter! 

No final da semana deixo a lista com os nomes dos filmes :)

beijos