consumo consciente

Nota: Virada da Economia Criativa

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Nota rápida para avisar que nos dias 20, 21, 22 e 23 de dezembro acontece em São Paulo a Virada da Economia Criativa.

O evento foi criado para dar visibilidade aos novos talentos de estilistas, designers e artesãos. A experiência traz também produtores artesanais de queijos, cervejas, pães, geléias e doces (nham, eu lado Magali agradece!).

O quê?
Virada da Economia Criativa
Quando?
20 a 23 de dezembro – das 10h às 22h
Onde?
Rua Medeiros de Albuquerque, 270 – Vila Madalena – São Paulo/SP

Mais informações: Facebook | Catraca Livre 

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Bia Yzawa no Hoje vou assim OFF

É com muita alegria que mostro aqui a minha participação no blog Hoje vou assim OFF, da Ana Carolina Soares – uma blogueira que acompanho há anos e com quem me identifico demais.

A Ana fez o convite e foi uma honra compartilhar minhas comprinhas e, principalmente, a intenção por trás delas: o consumo consciente.

Escrevi sobre a importância de procurar itens artesanais e conversei um pouco sobre o hábito de consumir em fast fashion.

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Agradeço demais por essa oportunidade! Vocês podem ler o post completo aqui. Caso alguém ainda não conheça o blog da Ana – se é que isso pode ser possível – precisa conhecer!  Ela produz looks bem interessantes, criativos e, normalmente, com muita cor (adoro!). Além disso, o blog conta com dicas de consumo e achados.


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A terceira etapa do consumo consciente

Quando comecei a controlar aquilo que compro, foi inicialmente para economizar. Percebi que meus gastos com roupas eram extremamente exagerados, muitas peças eram puro desejo do momento e não iria usá-las no meu dia a dia. Basicamente meu dinheiro era jogado no lixo, o que não era nada inteligente. Economizar foi um ótimo passo inicial.

Com o passar do tempo, comecei a perceber que a compra consciente vai muito além de fechar o mês com uma boa grana no bolso. Comprar as peças certas me deixava feliz porque eu poderia usar com tudo – ou pelo menos quase tudo – que já tinha no meu guarda-roupa.

Como se não bastasse poupar e ficar feliz com minhas compras, ainda vem uma terceira etapa do consumo inteligente: a consequência da sua compra para a sociedade.

O que isso quer dizer?

Trocar o seu dinheiro por uma peça de roupa que foi produzida por uma empresa dentro das leis trabalhistas e cujos funcionários estão recebendo aquilo que merecem por seu trabalho. Além disso, tentar comprar mais peças fabricadas em nosso país. 

Essa é a parte mais complexa do consumo consciente. Recentemente tivemos a notícia do uso do trabalho escravo por uma grande fast fashion nacional. Eu e mais um milhão de pessoas costumávamos comprar nessa empresa com frequência. O que fazer numa hora dessas?

Boa parte das fast fashion faz uso do trabalho escravo. Sabe-se que uma multinacional super queridinha das fashionistas usa essa ilegalidade há tempos, mas muitas pessoas ainda consomem seus produtos.

O que eu acho? Que vai da consciência de cada um. A minha, pelo menos, começou a doer. Por isso mesmo fico tentando achar uma solução e, enquanto isso, consumir em lojas nas quais possa confiar.

E o que vou fazer com minhas peças adquiridas nessas lojas “fora da lei”?

Tudo aquilo que foi comprado antes de saber dessa ilegalidade será usado. Primeiro porque não podemos nos sentir culpados de algo que não sabíamos. Segundo que 95% das minhas roupas provém de fast fashion e não sou rica para jogar tudo no lixo e começar do zero. Bem que gostaria de poder renovar todo o guarda-roupa com peças 100% sustentáveis, mas na realidade isso não acontece da noite para o dia. Jogar tudo fora parece uma rebelião com um bom propósito, mas seria o mesmo que jogar dinheiro no lixo – e estaria dando vários passos para trás (“jogar dinheiro no lixo” foi o que me fez iniciar o consumo consciente, lembram?).

O que posso fazer é mudar a forma de consumir a partir de hoje. Procurar produtos que agridem menos o meio ambiente, lojas que fabricam dentro da legislação etc.

Acredito que o blog já estava mostrando certa preocupação nesse sentido e espero continuar nessa busca, compartilhando com vocês meus aprendizados e minhas comprinhas conscientes. Sei que, tal como as outras etapas, essa também será difícil, mas esse será um bom desafio que vai me fazer sair da zona de conforto e procurar por novas lojas. Também é uma boa desculpa para andar mais por ruas diferentes, entrar em novas lojinhas de rua, conversar com seus donos e conhecer mais a história de cada lugar. Parece que essa nova etapa será bem prazerosa.

 

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Consumo consciente: seus olhos enganam

Tenho exercitado o consumo consciente há pouco mais de um ano. Nesse tempo aprendi que o desejo de consumir vem de diferentes formas, desde estar num momento triste, como também de felicidade. Olha a complicação da coisa! Mas de todos os aprendizados, o que mais chamou a atenção foi esse: seus olhos podem te enganar.

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Tive a epifania num dia que estava me vestindo para ir ao cinema. “Queria porque queria” usar vestido preto, mas estava frio e a meia-calça seria indispensável. Vesti meia-calça preta. E o sapato? Como sou baixinha, bota preta seria ideal para alongar as pernas. Aí me encontrei vestida quase toda de preto – mas ainda faltava a jaqueta.

Podia escolher uma jaqueta colorida, mas não estava no feeling para cor. Queria ficar básica, discreta. E quais opções sobravam? Preta, branca? Se colocasse preta, ficaria com ar gótico – também não era o que queria. Branca? Muito contraste. Eis que, finalmente, me dei conta: “Se eu tivesse uma jaqueta cinza, seria perfeito: nem toda de preto, nem contraste. Discreta na medida”.

Depois desse dia, fiquei de olho em lojas onlines e físicas. Foi fácil achar? Não. É incrível como várias lojas investem em modelos variados de jaquetas em couro, de todas as cores possíveis – exceto a cinza.

Eis que um dia, andando por uma fast fashion, encontrei não só uma, mas três modelos de jaquetas de couro ecológico CINZA. Três! Coisa rara. Não tive dúvidas: peguei as três e fui correndo para o provador. Escolhi o modelo que mais tinha a ver com o meu estilo e me dirigi ao caixa, feliz da vida.

Ao sair da loja, o clima estava frio e estava sem agasalho. Apesar de portar um look complicado de ordenar (calça verde e camisa azul), pude retirar a etiqueta da peça e usar na mesma hora porque, né, cinza combina com TUDO. Naquele momento, minutos após a compra, já tive a certeza de que a jaqueta valeu cada centavo.

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Meses depois, entro na loja e vejo algumas daquelas jaquetas em promoção. “Como assim metade do preço?”. Claro que inicialmente bateu uma raivinha por ter pagado o preço inteiro – mas depois, pensando no custo-benefício e que pude escolher entre todos os modelos e tamanhos disponíveis, não tinha motivos para ficar irritada.

Mas então outro momento de epifania surgiu: “Por que essas jaquetas ficaram encalhadas?”

A questão é simples: porque cinza não chama atenção. Ao entrar na loja, certamente seus olhos pedem para você ir atrás da blusa pink, da jaqueta vermelha com spikes ou da saia estampada. Em meio a tantas peças coloridas e cheias de apetrechos, o cinza passa despercebido.

E pensando bem, a jaqueta cinza não é a única peça que os olhos ignoram. O mesmo pode acontecer com um sapato nude, camisa branca, blazer preto. Ou será que existe alguma pessoa nesse mundo que, mesmo apaixonada por Moda, começa um guarda-roupa com as peças mais coringas ever? Provavelmente não existe. Por isso mesmo é comum se encontrar na situação de ter muitas roupas, mas quase nenhum item coringa que combine com tudo. Aquela situação que você pára e pensa: “eu não tenho o que vestir”.

Se você também quer entrar nesse exercício de consumo consciente e/ou ter um guarda-roupa funcional, sugiro que passe a prestar atenção nos itens para os quais você é atraída. Passe a anotar tudo que sente falta nos seus looks e perceba se não é hora de passar a consumir com a mente – e não com os olhos.

PS: A jaqueta tão falada nesse post apareceu no Look do dia floral com cinza e alpargatas.

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E aí Beleza: consumo consciente, branco total, camisa jeans e dicas para aumentar o quadril

Nas últimas semanas falei lá no E aí Beleza sobre consumo consciente (e rendeu um papo bem bacana com as leitoras); como usar branco total, camisa jeans e dicas para aumentar visualmente o quadril.

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Consumo Consciente: como fazer para focar nos itens necessários e evitar as compras por impulso?

“… quero compartilhar com vocês um esquema para reduzir as compras por impulso, seja por motivos financeiros, pela busca de um guarda-roupa mais funcional, consumir conscientemente ou pela soma de todos esses fatores. (…)”

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Branco total: saiba como usar branco com branco de acordo com seu próprio estilo.

“Com esse calor infernal, não consigo pensar em outra coisa para vestir a não ser peças brancas. Lembrando as aulinhas de Física, o branco reflete todas as ondas de cor e, justamente por não absorver nenhum espectro, o branco é a “cor” mais fresca para se usar em peças de roupa. (…)”

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Camisa jeans: para deixar seu guarda-roupa funcional, invista numa boa camisa jeans.

“… é versátil, agrada a todos, independente do estilo. A camisa jeans também é democrática e cai bem em todos os tipos de corpo. Além disso, é uma peça confortável e prática (…)” 

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Dicas para aumentar visualmente o quadril: truques de Moda para ganhar curvas.

“Já conversamos sobre dicas e truques para diminuir o quadril e agora as dicas de Moda são para quem deseja o oposto: como aumentar visualmente o quadril? …” 

Minhas postagens no E aí Beleza vão ao ar toda segunda-feira ;)